A informação existe. Sua empresa já pagou para produzir cada um desses documentos. O problema nunca foi ter o dado: é alcançar o dado na hora em que a pergunta aparece, que quase sempre é no meio de uma reunião.
O Atlas é a camada de conversa em cima do que a sua empresa já tem. A pessoa pergunta como perguntaria a um colega antigo de casa, e recebe a resposta com a fonte junto.
| Área | O que pergunta | O que recebe |
|---|---|---|
| Diretoria | “monta o relatório do trimestre com gráfico de barras” | O documento pronto para a reunião, em Word, PDF ou Excel |
| Financeiro | “quanto faturamos com esse cliente no semestre?” | O número, e o documento de onde ele saiu, a um clique |
| Jurídico | “quais contratos ativos reajustam por IPCA?” | A lista, citando a cláusula de cada contrato |
| Comercial | “me manda a proposta que enviamos para eles” | O arquivo original, pronto para encaminhar |
| Operação | “qual o prazo de resposta a chamados?” | O trecho do procedimento, com o nome do documento |
| Novos colaboradores | “como faço o fechamento do mês?” | O procedimento do manual, sem depender da agenda de um colega |
É a mesma ferramenta para todas as áreas, porque o acervo é o mesmo. Cada pessoa acessa apenas o que a empresa liberou para ela.
Se a resposta está espalhada em PDF, planilha e apresentação, o Atlas resolve. Conte qual é o caso da sua empresa e eu digo se faz sentido, antes de falar de preço.
Quem responde é o Natiam, fundador da Retti Tech. A conversa de diagnóstico não é cobrada.
Todo mundo já viu uma inteligência artificial responder com segurança uma coisa errada. Numa conversa informal isso é engraçado. Num número que vai para o cliente, não é. O Atlas foi construído em cima de duas decisões que existem justamente para isso.
Cada afirmação vem com o documento e o trecho. Você clica e vê a página. Não é preciso acreditar na máquina: dá para conferir em dois segundos, e é isso que torna a resposta utilizável numa decisão.
Os dados de cada empresa ficam separados no banco, e a separação é o próprio banco que impõe. Dentro da sua empresa há um segundo nível: o arquivo que alguém anexou numa conversa particular não aparece para o colega.
De um lado entram os arquivos que a empresa já tem. Do outro sai o que a pessoa pediu: a resposta com a citação, um relatório pronto, um gráfico, ou o próprio arquivo original.
O acervo da empresa entra pela direita · o Atlas busca, redige e desenha · pela esquerda volta a resposta citada, o relatório pronto, o gráfico e o próprio arquivo que a pessoa pediu
Quando o pedido é um entregável, o Atlas não devolve texto para alguém formatar depois. Ele monta o arquivo, com a identidade visual da empresa e o autor já preenchidos.
Em Word, PDF ou Excel, com títulos, listas, destaques e bloco de assinatura. Do jeito que se manda para um cliente ou se leva ao conselho.
Colunas que sabem que são dinheiro, data ou número, e se formatam sozinhas. Sem valor desalinhado nem data invertida.
Barras, linhas ou pizza, desenhados na hora a partir dos números do próprio acervo, já embutidos no arquivo.
Quando o pedido é “me manda o contrato”, ele entrega o documento em si, e não um resumo dele.
Nem toda pergunta acontece na frente de um computador. O Atlas atende por voz: a pessoa fala como falaria ao telefone com um colega, e ouve a resposta sendo formada, sem esperar o texto terminar de sair.
É o mesmo acervo e a mesma garantia por trás. Muda o canal, não a regra: continua respondendo pelo que está nos documentos da empresa, e continua dizendo que não sabe quando não sabe.
Obra, visita a cliente, chão de fábrica. Pergunta falando, com as mãos ocupadas, e resolve na hora em vez de anotar para conferir depois.
A caminho da reunião, confirma um número do contrato ou o prazo combinado sem parar o carro e sem abrir o notebook.
Entendemos que perguntas a sua equipe faz hoje e onde os documentos moram. Sem custo, e sem compromisso de seguir.
Contratos, propostas, manuais, planilhas e apresentações são enviados e aprovados por alguém da empresa. Cada arquivo é conferido antes de entrar.
Cada pessoa recebe o próprio acesso. Não há treinamento: quem sabe usar WhatsApp sabe usar o Atlas.
Operação, atualizações e suporte ficam com a Retti Tech. Você controla quem entra, o que entra e quanto se usa.
Lê PDF, Word, Excel, PowerPoint, CSV, HTML, texto e imagem. Entrega em Word, PDF e Excel. Arquivos de até 100 MB, e cada empresa tem o próprio limite de uso, definido por você.
Se a sua equipe perde tempo procurando arquivo, se o financeiro refaz o mesmo relatório todo mês, ou se você já testou uma inteligência artificial que inventava número, vale uma conversa. Na reunião de diagnóstico mapeamos o processo e retornamos com escopo, prazo e investimento fechados, sem cobrar pelo diagnóstico.
O Atlas é produto próprio da Retti Tech, e é também a demonstração do método da casa: decisão de arquitetura vira medição antes de virar código. O que segue é o resumo do que foi medido, com a origem de cada número guardada junto do produto.
| Camada | O que roda |
|---|---|
| Interface | Next.js 16 · React 19 · Tailwind v4 |
| API | Hono · Kysely · TypeScript com tipagem estrita |
| Banco e busca | Postgres 16 · pgvector · busca lexical nativa · Row Level Security |
| Filas | Valkey como transporte; a fonte de verdade da fila é o Postgres |
| Implantação | Coolify · Docker · seis serviços · migration que falha barra o deploy |
Toda requisição passa por um ponto único de controle antes de tocar o banco: abre transação, assume papel restrito do Postgres e amarra o identificador da empresa à transação. Row Level Security em toda tabela, inclusive em cada partição. O tipo que representa “transação com escopo” não se constrói fora desse ponto, então chamar um repositório sem escopo não compila. Esquecer o escopo falha fechado: a leitura não devolve nada e a escrita é recusada.
Um furo real foi encontrado por teste antes de ir para produção: partições da tabela de trechos recebiam permissão sem política própria. Uma migration fechou as existentes e reescreveu a criação para que toda partição futura nasça fechada.
Classificador plano de seis classes, uma chamada por pergunta. Um roteador de duas etapas foi medido em 12,3 pontos percentuais pior. Distribuição do tráfego real, de 1.257 perguntas em que dois modelos independentes concordaram: busca 39,9%, redação 34,5%, envio de arquivo 9,9%, continuação 9,0%, cortesia 6,7%. Achado que orientou o produto: 60,1% do tráfego não deveria passar pelo pipeline de busca.
| Decisão | Era | Virou | Ganho |
|---|---|---|---|
| Piso de similaridade vetorial | 0,70 | 0,30 | acerto no 1º resultado 0,476 para 0,762 |
| Fusão lexical e vetorial | RRF | vetor no topo | o RRF custava acerto: 0,762 caiu para 0,667 |
| Desempate na ordenação | com | sem | 142,2 para 15,0 ms |
| Trechos por pergunta | 8 / 5 | 5 / 3 | 36% menos tokens, 33% menos custo |
| Envio de arquivo | casamento léxico | LLM com catálogo | +21,0 pp, falso positivo de 45,2% para 6,5% |
Duas ideias caras foram cortadas por medição: grafo de conhecimento acertou 0 de 8 em citar o documento certo, consumindo 103 mil caracteres por consulta; rerank tinha teto de 20,4 pontos, sem evidência que o sustentasse no acervo real.
O stream termina com exatamente um encerramento ou um erro. A resposta truncada é conferida e gravada sempre, porque HTTP 200 não garante resposta completa: um modelo de raciocínio voltou truncado em 55 de 55 chamadas e teria classificado 100% do tráfego na rota padrão, calado. Recusa é HTTP 200 e termina normalmente, porque recusar é funcionalidade.
O upload passa por quatro barreiras antes de virar linha: tipo declarado, tamanho declarado, tamanho real e assinatura do arquivo. Duplicata barrada por hash. Documento que exige leitura de imagem sem ela configurada vai para erro com o motivo escrito, nunca para o acervo com texto vazio.
3.106 testes automatizados, todos verdes na medição de 2026-08-07, com o commit registrado ao lado. 72 rotas de API sob autenticação, 28 migrations, 18 telas, 16 experimentos com dado de produção.